Contabilidade para holdings patrimoniais e familiares.
Estrutura, sucessão e eficiência na gestão de bens, com apuração clara sobre o que entra, o que se distribui e o que se preserva.
- Estrutura societária montada uma vez e nunca revisada.
- Distribuição de lucros e proventos sem planejamento sucessório.
- Bens e imóveis registrados sem clareza sobre o que está sob a holding.
- Sucessão discutida informalmente, sem estrutura formal definida.
- Eficiência tributária da distribuição nunca comparada às alternativas.
- Estrutura societária revisada conforme o patrimônio e a família evoluem.
- Distribuição de lucros comparada a alternativas de eficiência tributária.
- Bens e imóveis consolidados numa leitura clara e única.
- Planejamento sucessório apoiado em números, não só em intenção.
- Acompanhamento mensal da posição patrimonial da holding.
Os indicadores que mudam a decisão de uma holding
Estrutura societária
Como capital, cotas e participações estão distribuídos entre os sócios da holding.
Distribuição vs. sucessão
O que é distribuído hoje e o que deveria ser preservado para a sucessão planejada.
Bens sob a holding
Quais imóveis, participações e ativos estão de fato consolidados na estrutura.
Eficiência tributária da distribuição
Comparação entre as formas de distribuir resultado e o custo tributário de cada uma.
Problemas que mais encontramos
- Regime tributário da holding definido sem comparar alternativas.
- Distribuição de lucros feita sem otimizar a carga tributária total da família.
- Bens de pessoa física e da holding sem separação patrimonial clara.
- ITCMD e planejamento sucessório tratados só na hora da sucessão.
- Aluguel entre partes relacionadas sem respaldo formal.
E do lado do caixa
- Caixa da holding misturado com o das empresas operacionais.
- Distribuição de proventos sem projeção de impacto na reserva.
- Aquisição de novo bem decidida pelo saldo em conta, não por planejamento.
- Rentabilidade dos ativos sob a holding nunca comparada entre si.
- Sucessão discutida sem simulação prévia dos números envolvidos.
Ferramentas para sua holding
Perguntas de quem tem holding
Quando faz sentido abrir uma holding patrimonial?
Quando o patrimônio (imóveis, participações societárias, investimentos) atinge um volume em que a estrutura direta em pessoa física custa mais caro — em imposto ou em risco sucessório — do que a manutenção de uma holding.
Holding substitui o planejamento sucessório?
Não sozinha. A holding organiza a estrutura societária dos bens; o planejamento sucessório (testamento, doação com reserva de usufruto, acordo de sócios) define como e quando essa estrutura passa para os herdeiros.
Como comparar as formas de distribuir resultado da holding?
Simulando o custo tributário de cada alternativa (distribuição de lucros isenta, pró-labore, aluguel entre partes relacionadas) sobre o mesmo valor, e comparando com o objetivo de cada sócio — receber agora ou preservar patrimônio.
Seu patrimônio no prumo.
O atendimento de holdings tem um especialista designado, com registro no CRC e experiência no setor. Você fala sempre com a mesma pessoa.